Uma vida para duas
Nunca olhei minha irmã nos olhos. Nunca tomei banho sozinha. Nunca fiquei parada sobre a grama e ergui meus braços em direção a uma lua enganadora. Nunca usei banheiro de avião ou coloquei chapéu na cabeça. Também nunca fui beijada, nunca dirigi nem dormi uma noite inteira. Jamais tive uma conversa em particular com alguém ou passeei sozinha. Não sei o que é subir em árvore ou sumir no meio da multidão. Há muitas coisas que nunca fiz, mas como me sinto amada! E, se tivesse de ser assim mesmo, eu viveria mil vezes a mesma vida para ser amada com tanta intensidade.
O trecho acima é do livro ‘Meninas Inseparáveis’ (editora Globo) da escritora canadense Lori Lansens lançado em 2006 no Reino Unido que narra a história ficcional das gêmeas Rose e Ruby Darlen. As garotas nasceram em Leaford, perto de Ontário, Canadá e durante 29 anos permaneceram unidas por uma veia no crânio, tão importante para a sobrevivência de ambas que os médicos não puderam separá-las. Sempre unidas as duas decidem escrever dois diários separados com relatos sobre tudo que viveram juntas. O mais surpreendente é que mesmo não lendo ou sabendo o que a outra escrevia, os relatos se encontram em diversos aspectos. O livro é sensível e guarda muitas surpresas para o leitor.
Nunca olhei minha irmã nos olhos. Nunca tomei banho sozinha. Nunca fiquei parada sobre a grama e ergui meus braços em direção a uma lua enganadora. Nunca usei banheiro de avião ou coloquei chapéu na cabeça. Também nunca fui beijada, nunca dirigi nem dormi uma noite inteira. Jamais tive uma conversa em particular com alguém ou passeei sozinha. Não sei o que é subir em árvore ou sumir no meio da multidão. Há muitas coisas que nunca fiz, mas como me sinto amada! E, se tivesse de ser assim mesmo, eu viveria mil vezes a mesma vida para ser amada com tanta intensidade.
O trecho acima é do livro ‘Meninas Inseparáveis’ (editora Globo) da escritora canadense Lori Lansens lançado em 2006 no Reino Unido que narra a história ficcional das gêmeas Rose e Ruby Darlen. As garotas nasceram em Leaford, perto de Ontário, Canadá e durante 29 anos permaneceram unidas por uma veia no crânio, tão importante para a sobrevivência de ambas que os médicos não puderam separá-las. Sempre unidas as duas decidem escrever dois diários separados com relatos sobre tudo que viveram juntas. O mais surpreendente é que mesmo não lendo ou sabendo o que a outra escrevia, os relatos se encontram em diversos aspectos. O livro é sensível e guarda muitas surpresas para o leitor.
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